SEJAM BEM VINDOS AMIGOS COLECCIONADORES

A TODOS OS COLECCIONADORES, AMIGOS e SIMPATIZANTES

A nossa instituição, embora recente, conta com um passado glorioso dentro do mundo do coleccionismo, sendo que a instituição dedica-se a todo o tipo do coleccionismo. Apenas este departamento se dedica ao coleccionismo de CARTÕES BANCÁRIOS e MEIOS DE PAGAMENTO, que é sem duvida alguma a mais recente nobre causa pois preservamos um património cultural e com uma identidade singular nas transações comerciais quer entre povos, quer mesmo entre nações.

Somos pioneiros neste ramo do coleccionismo e dinamizadores do mesmo.
Sendo que os bancos não fizeram arquivo e não têm ideia do que fizeram, em termos de cartões bancários,e somos nós que temos de desbravar esse caminho. A nivel mundial, estes assuntos também estão a despertar o interesse geral, existindo já tabelas de conservação e catalogação de Cartões Bancários.

A Administração

Mike Charlie


E assim sendo eis o nosso contacto: mcbank.administracao@gmail.com































Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Informação sobre fusões no Crédito Agricola

Temos a honra de informar que se realizou a fusão da CCAM de Elvas com a CCAM de Campo Maior, no final do ano de 2011.

Atenciosamente

Terça-feira, 15 de Maio de 2012

Segunda-feira, 26 de Março de 2012

Sexta-feira, 9 de Março de 2012



Mais um cartão da UNICRE, pré pago e não recarregavel.

Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Apreciem,

VILA DO CONDE em cartão de crédito....

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Concorrência aprova compra do BPN pelo BIC

Concorrência aprova compra do BPN pelo BIC


Depois do negócio estar concluído marca BPN «vai desaparecer»



A Autoridade de Concorrência aprovou ainda na terça-feira a aquisição pelo BIC da totalidade das acções do BPN, concluindo que esta concentração não cria ou reforça uma posição dominante que provoque entraves de concorrência nos sectores da banca e seguros.



A operação de concentração foi notificada a 20 de Dezembro do ano passado ao regulador, em resultado da intenção do Banco BIC Português de adquirir a totalidade das acções representativas do capital social do Banco Português de Negócios (BPN) e concentrar as suas actividades em duas grandes linhas de negócios: a banca de empresas e, como banco correspondente de bancos angolanos, o negócio de particulares, pequenos negócios e Private Banking.



O Conselho da Autoridade da Concorrência não se opôs à operação de concentração, «uma vez que a mesma não é susceptível de criar ou reforçar uma posição dominante da qual possam resultar entraves significativos à concorrência efetiva nos mercados relevantes identificados no setor da banca e no setor dos seguros», segundo a decisão a que a Lusa teve acesso.



O acordo para a compra do BPN pelo Banco BIC foi assinado a 9 de Dezembro pelo Ministério das Finanças. O banco de capitais luso-angolanos pagou 10 milhões de euros pela operação, o equivalente a 25% do valor total do negócio, que ascende a 40 milhões de euros.



O Banco BIC pagará mais do que o preço acordado pelo BPN (40 milhões de euros) se ao fim de cinco anos os lucros acumulados excederem 60 milhões de euros, segundo uma nota do Ministério das Finanças sobre o negócio.



O presidente do BIC, Mira Amaral, já anunciou que depois do negócio estar concluído, «a marca BPN vai desaparecer».







ASSIM SENDO OS CARTÕES BPN VÃO AINDA MAIS SER PROCURADOS.....







Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

cLASSIFICAÇÃO DE CARTÕES BANCÁRIOS SEGUNDO A NOSSA INSTITUIÇÃO

GUIA DE CLASSIFICAÇÃO

DE

CARTÕES BANCÁRIOS





(MC BANK – REAL BANCO DO COLECCIONADOR, SA)







ESTADO DE CONSERVAÇÃO DE CARTÕES BANCÁRIOS SEGUNDO AS NORMAS DA NOSSA INSTITUIÇÃO



5 – Excelente – Cartão impecável. Não apresenta qualquer evidência de dano devido a manuseamento ou resultante do processo de fabrico. Sem evidência, vestígios ou sinais de uso. Podem existir pequenos riscos resultantes do processo de fabrico, mas serão sempre direitos e paralelos ou perpendiculares às extremidades do cartão. O cartão não está assinado.



4 – Quase Original – Não há evidência ou sinais de uso neste cartão, podendo existir pequenos riscos, sobretudo nas extremidades. Este cartão não foi usado e pode estar assinado ou até apresentar pequenos riscos.



3 – Bom – Este cartão apresenta alguns sinais de uso e está provavelmente assinado. Houve uso evidente deste cartão e os riscos nele patentes podem ser observados sem uma inspecção cuidada., Cerca de metade do brilho da camada exterior do cartão foi perdida.Podem existir pequenos cortes ou ranhuras nas extremidades.



2 – Medio – A maior parte do brilho da camada exterior do cartão está já gasta ou está suja. Pode apresentar uma pequena curvatura devida ao uso ou transporte na carteira.



1 – Lixo – O nome e o número de conta foi cortado ou raspado. O cartão foi deliberadamente danificado. O cartão está dobrado, deslaminado e existem partes partidas, As extremidades do cartão estão visivelmente danificadas e a camada exterior danificada ou removida. Podem existir pequenas fracturas e uma curvatura derivada do uso.









Domingo, 1 de Janeiro de 2012

iNFORMAÇÃO SOBRE A NOSSA ACTIVIDADE

Amigos




A todos saudo e desejo um bom ano de 2012 sendo que este ano seja o melhor que desejarem.

Tenho a honra de informar sobre as visitas ao nosso blog ( www.mc-coleccionismo.blogspot.com ) sendo que no ano de 2011 tivemos uma media de 1034 visitas mensais o que perfaz aproximadamente 12408 visitas anuais.

Junto o relatorio dos paises que mais nos visitaram desde o inicio do mesmo:





Portugal7 125





Brasil4 888





Estados Unidos1 877





Reino Unido905





Alemanha837





Espanha194





França100





Rússia97





Holanda43





Itália41







SAUDAÇOES E BOM ANO DE 2012 COM MUITAS COLECÇÕES

Sábado, 31 de Dezembro de 2011

Cartão porque eu volto

Amigos e antes de acabar 2011 apresento-vos mais um cartão de credito, desta vez da CEPSA PORTUGUESA, e da rede VISA.

Bom ano de 2012 e muitas colecções...

Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

Sugestão

Bons dias

Nesta época festiva a nossa instituição ousa sugerir que se ofereçam peças de colecção, uma vez que as mesmsa não só nos transmitem valores culturais e de investimento.

Saudações

Domingo, 11 de Dezembro de 2011

BPN - Uma marca a desaparecer

O Banco BIC pagará mais do que o preço acordado pelo BPN (40 milhões de euros) se ao fim de cinco anos os lucros acumulados excederem 60 milhões de euros, informou hoje o Ministério das Finanças, através de comunicado.


Haverá lugar ao «pagamento de um acréscimo de preço, caso ao fim de cinco anos, após a data da celebração do contrato de compra e venda, se verifique um resultado acumulado líquido superior a 60 milhões de euros», pormenoriza-se no texto.



Esta é uma das condições do acordo-quadro celebrado hoje entre o Estado e o Banco BIC, que o Ministério qualifica como «passo intermédio essencial para a celebração do contrato de compra e venda das acções do BPN, até Março de 2012».



Além de se comprometer com a «aquisição ao Estado de todas as acções objecto de venda directa bem como todas aquelas que foram subscritas pelos trabalhadores do BPN», o BIC assegurará ainda a integração «de um mínimo de 750 trabalhadores do BPN».



Em declarações à TVI, o presidente do BIC, Mira Amaral, disse que o banco de capitais luso-angolanos já passou um «cheque» de 10 milhões de euros, equivalente a 25 por cento do valor total do negócio.



Mira Amaral disse que, segundo o acordo assinado hoje, o negócio final ficará concluído até 31 de Março. No entanto, afirmou estar «convencido que, até Fevereiro de 2012, seja possível ter a posse efectiva» do banco.



O presidente do BIC afirmou que a operação terá de ser notificada a Bruxelas.



Mira Amaral disse ainda que, depois de o negócio estar concluído, «a marca BPN vai desaparecer» e comprometeu-se a ficar, «pelo menos, com 750 trabalhadores» do banco.



O Ministério das Finanças anunciou a 31 de Julho a venda do BPN ao BIC por 40 milhões de euros



Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011

Para cultura geral FERIADO DE 8 DE DEZEMBRO

Feriado do 8 de Dezembro...


Deve-se ao rei D. João IV o facto de Nossa Senhora da Conceição ter sido proclamada Padroeira de Portugal, por proposta sua, durante as Cortes reunidas em Lisboa desde 28 de Dezembro de 1645 até 16 de Março de 1646, afirmando o soberano «que a Virgem Maria foi concebida sem pecado original» e comprometendo-se a doar em seu nome, em nome de seu filho e dos seus sucessores à Santa Casa da Conceição, em Vila Viçosa, «cinquenta cruzados de oiro em cada ano», como sinal de tributo e vassalagem, a dar continuidade à devoção de D. Afonso Henriques, que tomara a Senhora por advogada pessoal e de seus sucessores.



O acto da proclamação de Nossa Senhora da Conceição como Padroeira de Portugal, efectuado com a maior solenidade pelo monarca a 25 de Março desse ano (1646), alargou-se a todo o País, com o povo, à noite, a entoar cânticos de júbilo pelas ruas, para celebrar a Conceição imaculada da Virgem, ou, mais precisamente, a Maternidade Divina de Maria. Assim se tornou Nossa Senhora a verdadeira Soberana de Portugal, não voltando por isso, desde aí, nenhum dos nossos reis a ostentar a coroa, direito que passou a pertencer apenas à Excelsa Rainha, Mãe de Deus.



Em 1648 D. João IV manda cunhar moedas de ouro e de prata, tendo numa das faces a imagem da Imaculada Conceição com a legenda Tutelaris Regni – Padroeira do Reino. Em 1654 ordena que sejam postas em todas as portas e entradas das cidades, vilas e lugares do reino pedras lavradas com uma inscrição alusiva à Imaculada Conceição (lápides essas ainda hoje existentes em certos locais).



Outros reis seus sucessores continuaram a tradição deste culto de homenagem a Nossa Senhora, caso de D. João V, em 1717, que recomenda a todas as igrejas a celebração anual com pompa e solenidade da Festa da Imaculada Conceição, enquanto D. João VI emite um decreto criando a Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e a Cabeça da Ordem (lugar principal) na Sua Real Capela.

D. Luís I, oficializa, por sua vez, em 1854, a bula Ineffabilis Deus, do papa Pio IX (se bem que, por motivos políticos, o beneplácito régio só venha a concretizar-se um ano depois), comemorada no dia 8 de Dezembro de 1855 com solenes festividades, a assinalar o primeiro aniversário da Definição do Dogma, comunicado ao Mundo um ano antes pelo papa.

Feriado nacional e dia santo de guarda, a data de 8 de Dezembro constitui-se como um dia de festa religiosa, associada durante muitos anos à celebração mundial do Dia da Mãe, actualmente comemorado no primeiro domingo do mês de Maio.

Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011

Mais um cartão de crédito em portugal, este do FREEPORT de Alcochete....

Domingo, 27 de Novembro de 2011

Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

BOAS FESTAS
FELIZ NATAL
E
FELIZ ANO DE 2012

Domingo, 6 de Novembro de 2011

BOAS FESTAS



APROXIMA-SE A FESTA DA FAMILIA E A ENTRADA NUM NOVO ANO, ASIM SENDO DESEJAMOS A TODOS VÓS UM SANTO NATAL E PROSPERO ANO DE 2012 COM MUITAS COLECÇÕES , FELICIDADES E ALEGRIA.















A DIRECÇÃO





Terça-feira, 1 de Novembro de 2011

cONGRESSO SOBRE CARTÕES BANCÁRIOS

Em 2011 o congresso foi um exito.
Com mais de 230 assistentes, o SmartCards – Congresso Anual de Cartões e Meios de Pagamento superou uma vez mais as expectativas. Desde a excelente qualidade de conteúdo, com casos práticos de grandes empresas, excelentes apresentações, e um muito propício clima de networking e negócio passando por uma assistência muito interessada que contou com muitos dos grandes players do mercado português.




O evento deste ano deu a oportunidade de se debaterem variadas questões relacionadas com a inovação, prevenção e segurança nos cartões e canais de pagamento, técnicas diferenciadoras que permitem aumentar a captação e retenção de clientes, funcionalidades associadas à utilização dos smartcards na saúde e nos transportes públicos. Apresentamos alguns projectos-piloto ainda em fase de implementação e demos a conhecer aos presentes o que de melhor se faz mundialmente.



Os resultados foram óptimos. No que diz respeito aos patrocinadores tivemos na sua maioria um contentamento por os objectivos terem sido atingidos. O networking gerado no evento continuará a abrir portas ao sucesso de muitas organizações.



Os assistentes também fizeram uma excelente avaliação do que viram e ouviram, deixando muito boas dicas para o próximo ano. Não é por acaso que após análise aos questionários recebidos por parte dos visitantes o Grau de Satisfação foi de Excelente para 24% e de Bom para 76%.







A 10.ª edição do SmartCards está agendada para o dia 30 e 31 de Maio de 2012. O Smartcards continuará assim a acolher empresas dos mais variados sectores da Indústria do Smart Business de Portugal. Apesar de ser um evento anual, o trabalho é contínuo, o que significa que após as férias de verão iniciaremos o trabalho para o Congresso do próximo ano. Tudo tem que ser planeado com muito tempo para conseguirmos garantir qualidade a todos os níveis.



Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

RCI BANQUE PORTUGAL

Renault lança cartão de crédito para clientes da marca em Portugal


A Renault acaba de lançar um cartão de crédito para os seus clientes que permite o pagamento da revisão em três meses sem juros, abastecimentos de combustível com descontos em diferentes serviços nos concessionários, entre outros.
Comercializado com o lema Há vida para além da austeridade o novo produto financeiro, inédito da marca, foi criado pelo RCI Banque Portugal, a filial financeira do Grupo Renault.




Entre as vantagens, explica a marca em comunicado, está a possibilidade de efetuar a revisão numa concessionária e pagar em três meses sem juros além de descontos no aluguel de carros na Renault Rent, na aquisição de produtos na Renault Boutique, em acessórios, ou até mesmo em seguros, efetuados com a RCI Banque.



Vantagens - Ao efetuar o pagamento de combustíveis com o cartão de crédito Renault, a marca oferece a isenção da taxa de 0,50 euros por movimento, e o cliente acumula 3% de desconto em cartão que, mais tarde, poderá utilizar em compras ou intervenções na Rede de Concessionários Renault.



Descontos e entradas gratuitas em parques de diversão, museus, teatros, restaurantes, hotéis e spas e isto logo no primeiro ano de utilização e sem que haja necessidade de acumular pontos fazem parte da oferta deste produto financeiro que está disponível para os clientes da marca, independentemente do modelo, do segmento ou do ano de fabricação


Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

Amigos, hoje vos apresento a capa do recente livro editado em Portugaç sobre os Cartões Bancários, nomeadamente oa CARTÕES DE CREDITO EM PORTIGAL.

Terça-feira, 4 de Outubro de 2011

CARTÃO DE CREDITO EM PORTUGAL

Tenho a honra de informar que já se encontra no mercado livreiro nacional o livro " A INTRODUÇÃO DOS CARTÕES DE CREDITO EM PORTUGAL 1960 - 1975, do autor Agostinho Campos Ferreira, sendo que é editado pelas Edições Afrontamento.

Saudações

Domingo, 4 de Setembro de 2011

CLUBE A

Apresento-vos o cartão CLUB A do Credito Agricola dirigido a todos os sócios do Credito Agricola.

Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011

BPN

Com as ultimas noticias de que o BPN - Banco Português de Negocios- terá sido adquerido pelo BIC PORTUGAL, questiona-mos se a marca BPN virá ou naõ a ser extinta. No caso de ser extinta estes cartões BPN passarão a ser mais procurados logo mais valorizados.
Sendo que a nossa instituição procura os mesmos mesmo sem haver a extinção da marca BPN.
Atenciosamente

Mike

Terça-feira, 19 de Julho de 2011

O 1º. BANCO EM PORTUGAL

1465 - Banco de Mossém Rafael Vivas (Lisboa)




O primeiro banco em funcionamento em Portugal consta do contrato de cedência de câmbios "de nossos Reinos", feita por D. Afonso V a D. Afonso de Vasconcelos, senhor de Penela, em 10 de Julho de 1465. A função bancária emergia, então, das necessidades cambiais, da exigência de pagamentos devido à circulação das mercadorias e das pessoas e da vantagem em proceder a pagamentos à distância. Os lucros que podiam advir da prática desses movimentos de dinheiro começavam a ser aproveitados com limitações impostas pela condenação religiosa da usura e pela escassa existência de capital.



Apontamentos osbro o CPP - Credito Predial Portugues

Companhia Geral de Crédito Predial Português


Lisboa, banco hipotecário, estabelecido a 25 Out. 1864, faliu em 1910, mudou designação para Crédito Predial Português S.A., mudou designação a 20 Dez. 2004 para

Banco Santander Totta por fusão com os Bancos Totta & Açores e Santander, incorporou a 1 de Janeiro de 1977 o Banco Agrícola e Industrial Viseense

Sexta-feira, 15 de Julho de 2011

BANCO DE PORTUGAL

O Banco de Portugal foi criado por decreto régio em 19 de Novembro de 1846, tendo a função de banco comercial e de banco emissor. Surgiu da fusão do Banco de Lisboa e da Companhia Confiança Nacional, uma sociedade de investimento especializada no financiamento da dívida pública.

Foi fundado com o estatuto de sociedade anónima e, até à sua nacionalização, em 1974, era maioritariamente privado.

Até 1887, o Banco de Portugal partilhou com outras instituições o direito de emissão de notas. Com a publicação do Decreto de 9 de Julho de 1891, o Banco de Portugal passou efectivamente a deter o exclusivo da emissão para o Continente, Açores e Madeira.

Durante a primeira década de existência, o Banco de Portugal atravessou um período agitado, findo o qual entrou numa longa fase de crescimento vigoroso, como banco comercial mais importante do país, a qual durou até à I Guerra Mundial. Contribuiu significativamente para isto o facto de a dívida pública, que era persistente, se ter podido monetizar, em grande parte, à custa de empréstimos públicos e não através da emissão de moeda. Enquanto durou o padrão-ouro (até 1891), uma das principais preocupações do Banco de Portugal foi assegurar a convertibilidade em moeda metálica das notas que emitia.

Sem que oficialmente isso fosse parte das suas atribuições, o Banco de Portugal assegurava paralelamente a função de "prestamista de última instância" no sistema bancário, prevenindo ou atenuando várias crises do mesmo.

A partir da crise financeira e monetária de 1891 e do estabelecimento da inconvertibilidade das notas do Banco de Portugal, cessou esta política monetária activa, fixando-se a taxa de desconto num nível que perdurou até 1914. Em contrapartida, manteve-se e desenvolveu-se a função de "banco dos bancos", acompanhada de um certo grau de supervisão informal do sector.

Em Junho de 1931, operou-se uma profunda reforma nas funções e nos estatutos do Banco de Portugal. Foram definidas novas regras que limitavam a expansão do passivo do Banco de Portugal, relacionando-o com o montante de reservas em divisas. Estas regras, juntamente com outras de aplicação rigorosa, que limitavam a capacidade do banco para financiar o Estado, criaram condições para o controlo monetário efectivo. A dependência administrativa do Governo aumentou e o Banco de Portugal assumiu o compromisso de prosseguir uma política de taxas de juros e de câmbios fixos.

Em seguida, o comércio e os movimentos de capitais foram totalmente liberalizados. O facto de haver excedentes orçamentais possibilitou esta liberalização e assegurou a viabilidade de uma política monetária de modo geral passiva, até meados da década de setenta. Durante todo este período, as funções do Banco de Portugal modificaram-se substancialmente, e o seu âmbito foi alargado à área dos pagamentos internacionais, à gestão das reservas e à política monetária interna.

Pós-guerra

Durante a II Guerra Mundial e no pós-guerra voltaram a ser introduzidas restrições às transacções internacionais, o que levou ao desenvolvimento de um sistema muito complexo de controlo cambial, abrangendo as operações de capitais, de mercadorias e de invisíveis correntes. As competências normativas nesta área, assim como a supervisão do sistema, passaram a ser da responsabilidade do Banco de Portugal, o qual começou a actuar como agente do Governo nas relações com organizações monetárias internacionais.

No final da década de 50, foi criado um enquadramento normativo regulador da actividade dos bancos comerciais e de outras instituições de crédito.

Entre 1957 e 1960, foram aprovadas leis que obrigaram os bancos a constituir reservas mínimas de caixa e que conferiam ao Banco de Portugal grandes responsabilidades, permitindo-lhe maior intervenção nas áreas de controlo do crédito e na fixação das taxas de juro.

Da nacionalização até 1997

Depois da sua nacionalização, em Setembro de 1974, as funções e estatutos do Banco de Portugal foram redefinidos através da Lei Orgânica publicada em 15 de Novembro de 1975, que lhe atribuía o estatuto de banco central e incluía, pela primeira vez, a função de supervisão do sistema bancário.

Devido às alterações sociais, a política monetária tornou-se mais activa e o Banco de Portugal assumiu importantes responsabilidades nas áreas do controlo monetário e do crédito e na organização e regulamentação dos mercados monetários, principalmente após a adesão de Portugal à Comunidade Europeia, em 1986.

À medida que a política orçamental ia sendo controlada e se verificava uma integração crescente nos mercados europeus, as funções do Banco de Portugal aproximavam-se das dos restantes bancos centrais europeus.

Em Outubro de 1990, foi promulgada nova Lei Orgânica, cujas principais inovações diziam respeito às limitações impostas ao financiamento dos défices do Estado, sendo incluídas outras disposições garantindo maior independência ao Conselho de Administração do Banco de Portugal.

O enquadramento da política económica sofreria, entretanto, uma modificação substancial ao longo de 1992, traduzindo a opção das autoridades por políticas voltadas para a estabilidade nominal.

Assim, em Abril, ocorreu a adesão do Escudo ao Mecanismo das Taxas de Câmbio (MTC) do Sistema Monetário Europeu (SME).

Em Dezembro, foi decidida a completa liberalização dos movimentos de capitais, tornando o escudo plenamente convertível.

Também no quadro das adaptações decorrentes da preparação para a União Económica e Monetária (UEM), a Lei Orgânica do Banco de Portugal viria a sofrer alterações profundas em 1995.

A estabilidade dos preços surge como a principal missão do Banco de Portugal; é alargada a sua autonomia na condução da política monetária; e aumentam as suas atribuições no domínio dos sistemas de pagamentos.

União Económica e Monetária

Símbolo do euroEm Janeiro de 1998, a Lei Orgânica do Banco de Portugal voltou a sofrer profundas alterações, que visaram reforçar a sua autonomia, nos termos exigidos pela participação de Portugal na terceira fase da UEM, e preparar a sua integração no Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC) a partir de 1 de Janeiro de 1999.

Em Março de 1998, a Comissão Europeia propôs a participação na área do euro, a partir de 1 de Janeiro de 1999, de 11 Estados-membros, Portugal incluído. Nesse mesmo mês, o Banco de Portugal emitiu a pedido do Governo um parecer segundo o qual a recomendação formulada pela Comissão Europeia correspondia ao espírito e à letra do Tratado da União Europeia (UE).

Em 2 de Maio de 1998, os chefes de Estado e de Governo da UE decidiram que a UEM se iniciaria em 1 de Janeiro de 1999 com 11 Estados-Membros, Portugal incluído. Na mesma altura, os ministros dos Estados-Membros que adoptam o euro como moeda única, os governadores dos bancos centrais dos referidos Estados-Membros, a Comissão Europeia e o Instituto Monetário Europeu (IME) chegaram a acordo quanto ao método de determinação das taxas de conversão irrevogáveis para o euro na data de início da Terceira Fase da UEM. Decidiram também que as então taxas centrais bilaterais do MTC das moedas dos Estados-Membros participantes seriam utilizadas para determinar as taxas de conversão irrevogáveis para o euro.

A partir de 1 de Junho de 1998, o Banco de Portugal passou a fazer parte do SEBC.

Em 1 de Janeiro de 1999, depois de na véspera o Conselho da UE ter aprovado as taxas irrevogáveis de conversão entre o euro e as moedas dos 11 Estados-Membros participantes, deu-se início à Terceira Fase da UEM, marcada pela existência de uma política monetária única e de uma moeda única - o euro. As moedas dos 11 Estados-membros participantes, entre os quais o escudo, passaram assim a ser meras denominações nacionais do euro.

Nesta data entrou em vigor uma nova versão da Lei Orgânica do Banco de Portugal, incorporando as alterações decorrentes da sua integração no SEBC que apenas careciam de entrar em vigor a partir do início da Terceira Fase da UEM.

Em 1 de Janeiro de 2002, entraram em circulação as notas e moedas de euro. Na introdução física do euro em Portugal, bem como na campanha de informação que lhe esteve associada, o Banco de Portugal desempenhou um papel determinante.

Sábado, 25 de Junho de 2011

MY BABY

E este cartão, interessante, não acham?

Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

Medalhas da Madeira: Descoberta da Madeira 1000 Patacas

Nunca percebi o facto dessa medalha apresentar o valor de 1000 patacas, nem qual o significado dessa data (está ilegível e eu não tenho a minha aqui comigo para confirmar). É uma das coisas que tenho há anos para pesquisar mas tenho adiado. O blog está "fixe". Parabéns pelas medalhas e pela pachorra de as partilhar com a humanidade. Um grande abraço.

Domingo, 22 de Maio de 2011

Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

Informação util sobre CARTÕES BANCÁRIOS

Quarta-feira, 22 de Julho de 2009CARTÕES BANCÁRIOS - GLOSSÁRIO


GLOSSÁRIO





Aceitante Ver Adquirente.



Acordo de aceitação Ver Contrato de aceitação.



Acordo de adesão Ver Contrato de adesão.



Acquirer Ver Adquirente.



Acquiring Actividade desenvolvido pelo adquirente. Ver Adquirente.



Adiantamento de dinheiro Ver Cash advance.



Adquirente Entidade que adquire os créditos dos comerciantes que aceitam os cartões de crédito e de débito e à qual os comerciantes transmitem os dados relativos à transacção. O adquirente, que contrata com o comerciante a aceitação da marco que representa e que autoriza o realização da transacção pelo cliente, é também responsável pelo compilação da informação relativa à transacção e respectiva liquidação aos comerciantes. Depois de pagar (ou seja, adquirir o crédito) ao comerciante, o adquirente é reembolsado pela entidade emitente. Pelos serviços que presta à entidade emitente, esta remunera o adquirente através de uma comissão que se designa por interchange fee. O adquirente é também conhecido por aceitante.







Affinity card Cartão bancário multimarca emitido em resultado de um acordo com uma instituição não financeira e que tem por objectivo proporcionar vantagens diversas aos associados, como certos descontos quando efectuam compras em diversos comerciantes ou outros benefícios. O nome e/ou o logotipo da instituição não financeira (ex: clubes desportivos, recreativos e culturais, instituições de solidariedade social, associações profissionais e universitárias) aparece normalmente na frente do cartão, além do nome e/ou do logotipo da entidade emitente e da marca ou marcas associadas ao cartão (ex: Multibanco, Mostercard, Visa). Ver Co-branded card.







ATM Automated Teller Machine. Ver Caixa automático.



Autenticação Método utilizado para a confirmação/certificação de que o utilizador/titular do cartão bancário pretende realizar determinada operação. A autenticação processa-se através da introdução do código secreto (número de identificação pessoal ou PIN) e/ou do assinatura do titular. Ver Autorização.



Autorização Método utilizado para a validação/legitimação de um utilizador/titular de cartão bancário junto de uma rede de pagamentos quando pretende efectuar uma transacção com cartão.

Se a transacção for presencial, a autorização processa-se através do leitura da banda magnética ou do chip pelo terminal onde o cartão é inserido (1.ª fase), a autenticação pode ser processada através da introdução do código secreto (número de identificação pessoal ou PIN) e/ou da assinatura do titular. Se a autorização não for concedida o titular não é chamado a autenticar a operação porque ela não pode concretizar-se. Todavia, a transacção pode ficar dependente de nova autorização (2.ª fase) em função do saldo da conta de depósitos ou do limite disponível ou limite de utilização da conta-cartão. Em alguns tipos de terminais de pagamento a leitura do cartão é suficiente para concretizar a operação. No sistema Multibanco, isso ocorre em alguns postos públicos de telefones, portagens manuais de auto-estradas e de pontes e parques de estacionamento. Em outros terminais, o pagamento efectua-se através da leitura de um identificar associado ao cartão de débito. É a caso das portagens electrónicas conhecidas por Via Verde. Ver Autenticação.

Se a transacção não for presencial (vendas por catálogo, Internet, reservas), a autorização processa-se através da informação requerido pelo comerciante e fornecido pelo titular do cartão (número do cartão, data de validade, etc.). Algumas transacções podem efectuar-se recorrendo a serviços que possibilitam o pagamento de compras à distância sem fornecer o número do cartão. Ver MBNet.







Banda magnética Dispositivo electrónico de segurança no verso do cartão que contém informação associada ao titular, entidade emitente e tipo de cartão. Normalmente permite apenas a leitura dos elementos nela constantes. Ver diagrama de cartão (verso).







Caixa automático Equipamento que permite aos titulares de cartões bancárias com banda magnética e/ou chip aceder a serviços disponibilizados a esses cartões, designadamente, levantar dinheiro de contas, consultar saldos e movimentos de conta, efectuar transferências de fundos e depositar dinheiro. Os caixas automáticos podem funcionar em sistema real-time, com ligação ao sistema informático da entidade emitente do cartão ou em on-line, com acesso a uma base de dados autorizada que contém informação relativa à conta de depósitos à ordem associada ao cartão de débito. Ver ATM.



Caixa Multibanco Caixa automático pertencente à rede Multibanco. Ver Caixa automático.



Carregamento de dinheiro num cartão Acção de transferir electronicamente um determinado montante de dinheiro de uma conta de depósitos à ordem para um cartão pré-pago (ex. porta-moedas Multibanco) numa ATM. Determinados cartões de crédito permitem realizar operações de carregamento de dinheiro a partir da respectiva conta-cartão.







Cartão afinidade Ver Affinity card.







Cartão de crédito Cartão associado a uma conta-cartão e que permite aceder ao crédito concedido pela entidade emitente para efectuar pagamentos e levantamentos de dinheiro (cash advance) até ao limite acordado previamente. Os cartões de crédito dão origem o um extracto periódica (normalmente mensal), no qual são registadas todas as operações efectuadas num determinado período e o respectivo saldo. Este soldo, também designado por valor a pagar, poderá, até à data-limite indicado no extracto, ser pago no íntegra, caso em que não vence juros, ou ser pago parcialmente. Neste caso, o titular deverá normalmente proceder ao pagamento de, pelo menos, o montante mínimo determinado de acordo com as condições gerais de utilização e beneficiar de um crédito "renovado" (revolving) sujeito a juros relativamente à parte do saldo cujo pagamento resolveu adiar. Ver Charge cards, Crédito gratuito, Crédito "renovado" ou revolving.



Cartão de débito Cartão associado a uma conta de depósitos e que permite realizar operações de levantamento de dinheiro, transferências bancárias, pagamentos, carregamento de cartões pré-pagos, etc. As operações realizadas com o cartão de débito são reflectidas no extracto do conta de depósitos a que está associado.



Cartão de empresa ou corporate Cartão (normalmente de crédito) emitido em nome de uma empresa que é titular do cartão mos que contrata a utilização do mesmo por pessoa singular (utilizador ou portador). Em geral, os utilizadores são membros do conselho de administração, gerentes ou quadras directivos da empresa.



Cartão dual Cartão bancário com várias funções: (a) crédito, débito e pré-pago; (b) crédito e débito; (c) crédito e pré-pago; ou (d) débito e pré-pago. Ver Cartão misto e Cartão multimarca.







Cartão misto Ver Cartão dual e Cartão multimarca.



Cartão Multibanco Marca de cartão de débito. Ver Cartão de débito.







Cartão multimarca Cartão bancário com mais de uma marca. As marcas podem ser reconhecidas através do nome e/ou do logotipo da entidade emitente, da marca nacional de débito e/ou das marcas internacionais de débito/crédito (ex: Multibanco, American Express, MasterCard, Maestro, Visa e Visa Electron). Quando as marcas respeitam a funções diferentes (débito, crédito ou pré-pago), o cartão é conhecido por Cartão dual ou Cartão misto.



Cartão pré-pago Cartão com capacidade para armazenar um certo montante de dinheiro pago antecipadamente pelo titular à entidade emitente. Permite, na maioria dos casos, efectuar os mesmos pagamentos ou levantamentos de dinheiro que um cartão de débito, desde que tenha saldo disponível, o qual teve de ser previamente carregada no cartão. Alguns cartões pré-pagos apenas permitem efectuar pagamentos. Ver Porta-moedas electrónico.







Cartão virtual de crédito Cartão de crédito que pode ser utilizado exclusivamente para aquisição de bens ou serviços através da Internet. O cartão não tem existência física. É diferente do conceito de MBNet.



Cash advance Adiantamento de dinheiro. É a possibilidade conferido ao titular de um cartão de crédito de levantar dinheiro em caixas automáticos ou aos balcões dos bancos que disponham dessa função. A utilização do cash-advance não é gratuita e está sujeita 00 pagamento das taxas de juro e comissões que devem constar das condições gerais de utilização acordadas com a respectiva entidade emitente.



Central de Responsabilidades de Crédito (CRC) Base de dados, gerido pelo Banco de Portugal, com informação prestada pelas entidades participantes (instituições que concedem crédito) sobre os créditos concedidos. Faculta um conjunto de serviços que permitem uma melhor avaliação do risco de crédito na economia portuguesa. A Central contém informação sobre as responsabilidades de crédito efectivas (como os montantes utilizados de cartões de crédito) assumidas por qualquer pessoa singular ou colectiva perante as entidades participantes, bem como as responsabilidades de crédito potenciais que representem compromissos irrevogáveis (como os montantes não utilizados de cartões de crédito). Para mais informação, consultar o Caderno do Banco de Portugal n.º 5, Central de Responsabilidades de Crédito.



Charge card Designação própria pelo qual em língua inglesa são conhecidos os cartões de crédito cujo soldo deve ser pago no íntegro até à data-limite indicado em cada extracto. Por outras palavras, são cartões que concedem apenas "crédito gratuito" e contrariamente aos outros cartões de crédito não permitem crédito "renovado".



Chip Dispositivo electrónico que suporto informação associado ao titular, entidade emitente e tipo de cartão no qual está inserido e que permite, normalmente, o leitura e modificação dos elementos nele constantes. Nos cartões bancários tem ainda funções de segurança. Ver diagrama de cartão (frente).



Co-branded card Cartão bancário multimarca emitido em resultado de um acordo com um estabelecimento comercial não financeiro e que tem por objectivo fidelizar os clientes através do concessão de vantagens diversos 00 titular do cartão quando efectuo compras naquele estabelecimento ou outros benefícios. A fidelização é incentivada, designadamente, com a atribuição de descontos, prioridade de atendimento, pagamento em prestações, concessão de milhos de passageiro frequente ou de pontos que se trocam por produtos. O nome e/ou o logotipo do estabelecimento comercial (ex: grandes superfícies, companhias aéreos, revendedores de combustíveis) aparece normalmente no frente do cartão, além do nome e/ou do logotipo do entidade emitente e do marco ou marcos associados ao cartão (ex: Multibanco, Mastercord, Viso). Ver affinity card.



Código pessoal Ver Código secreto, Número de Identificação Pessoal ou PIN.



Código secreto Ver Código pessoal Número de Identificação Pessoal ou PIN.



Comerciante Palavra que, quando se falo de cartões bancários, designo genericamente todos os estabelecimentos comerciais, empresas ou profissionais liberais que aceitam pagamentos por cartão.

Confirmação Ver Autenticação.



Conta-cartão Conta associada a cada cartão de crédito, existente no entidade emitente e no qual se registam os movimentos associados à utilização do cartão-compras, adiantamentos de dinheiro, devoluções e pagamento total ou parcial do saldo anterior. No extracto da conta-cartão, a data de pagamento ou de débito é a data-limite para efectuar o pagamento do soldo do mês e o data de emissão aquela em que o extracto foi processado. Podem ser emitidos vários cartões sobre o mesmo conta-cartão de um particular ou de uma empreso. Nestes casos, o limite de utilização, o limite disponível e o valor máximo autorizado em cada utilização são determinados em função dessa conta e podem variar de cartão poro cartão. A utilização de qualquer dos cartões implica a diminuição proporcional do limite globalmente disponível.



Contrato de aceitação Contrato entre o acquirer de uma marca de cartão e um comerciante, que permite aos clientes deste comerciante pagarem as suas compras com cartões daquela marca.



Contrato de adesão Contrato entre o entidade emitente e o titular do cartão, que contem os normas que regulam os relações entre ambos e os condições gerais de utilização do cartão.



CRC Ver Central de Responsabilidades de Crédito.



Crédito gratuito Crédito inicial de que o titular de um cartão de crédito beneficia e cujo prazo começa no momento em que efectuo uma compra com o cartão e termino na data de pagamento do primeiro extracto subsequente à compra e em que a mesma já vem incluída. Tal como o nome indico, não vence juros.



Crédito "renovado" ou revolving Crédito subsequente de que o titular de um cartão de crédito beneficia relativamente à parte do valor a debitar que não foi paga no data-limite indicada no extracto. Em princípio este crédito pode ser renovado, desde que o titular pague pelo menos o montante mínimo exigido no extracto. A possibilidade do titular beneficiar de crédito renovado e as condições deste crédito, nomeadamente os juros que lhe são aplicados, dependem do contrato de adesão. Os cartões do tipo charge cards não permitem crédito renovado.



Data de emissão Data de fecho dos movimentos registados no extracto mensal da conta-cartão e em que este extracto é enviado ao titular do cartão.



Data de pagamento ou de débito Data limite até à qual o titular do cartão deve proceder ao pagamento do saldo do extracto mensal à entidade emitente.



Data de validade do cartão Data até quando o cartão pode ser utilizado pelo seu titular. Os cartões são emitidos com um determinado prazo de validade (em geral, não inferior a um ano), que está indicado no próprio cartão através do mês e ano em que termina esse prazo. O cartão pode ser utilizado até ao último dia do referido mês. A entidade emitente pode renovar o cartão, de acordo com as condições gerais de utilização.







Data-limite Ver Data de pagamento ou de débito.







Débitos Directos Operações bancárias efectuadas por iniciativa do credor que apresento as suas cobranças através da instituição de crédito com base em autorização de débito em conta concedida pelo devedor. Para mais informação, consultar o Caderno do Banco de Portugal n.º 1, Débitos Directos.



EFTPOS Electronic funds transfer at the point of sale. Ver Terminal de pagamento automática (TPA).



Entidade emitente Instituição de crédito ou sociedade financeira autorizada que emite cartões bancários. Nos sistemas de dinheiro electrónico (cartões pré-pagos ou de valor armazenado), é a entidade que recebe os pagamentos em troca do valor carregado nos cartões existentes no sistema que está obrigada a pagar os transacções ou a redimir os saldos que lhe são apresentados.



Instrumento de pagamento Qualquer instrumento que permite ao seu titular/utilizador, efectuar pagamentos ou transferir fundos da sua conta bancária para outras contas (ex. cheque, ordem de transferência, cartão bancário, etc.). Em sentido técnico, o pagamento é a transferência de activos monetárias do devedor (ou comprador) para o credor (ou vendedor). Habitualmente, os activos revestem a forma de moedas e notas de banco ou de saldos de contas de depósitos detidos numa instituição financeira ou num banco central.



Limite de crédito Ver limite de utilização.



Limite disponível Diferença entre o limite de utilização definido pura o cartão e o valor das transacções, juros, comissões e outros encargos que foram entretanto lançados na conta-cartão.



Limite de utilização Valor máximo que, em qualquer momento, pode estar em dívida relativamente à entidade emitente do cartão. É atribuído pela entidade emitente do cartão e depende da avaliação caso a caso da capacidade de endividamento e do perfil de risco do titular do cartão.



Mecanismo impressor Mecanismo destinado a emitir talões confirmativos das transacções com reprodução do nome e do número de conta do titular do cartão, além da identificação do comerciante. Por razões de segurança o número do cartão pode ser total ou parcialmente omitido. Ver Talão confirmativo da transacção.



MBNet Serviço da SIBS e da UNICRE, disponibilizado por grande parte dos bancos que exercem actividade em Portugal, que possibilita o pagamento seguro das compras à distância (Internet, fax, etc.). O MBNet não corresponde a um outro cartão, mas sim ao aumento de funções do cartão de débito ou de crédito do titular aderente. Estas funções adicionais permitem realizar pagamentos na Internet sem fornecer o número do cartão. Para mais informações consulte o sítio http://www.mbnet.pt/.



Multibanco Sistema interbancário de servi{os electrónicos com base na utilização de cartões bancários, nomeadamente através de operações em caixas automáticos e em terminais de pagamento automático. Ver Caixa automático, Caixa Multibanco, MBNet, SIBS e Terminal de pagamento automático.



Número de Identificação Pessoal (PIN) Código numérico, pessoal e secreto que o titular do cartão pode necessitar de utilizar para fins de identificação em transacções com cartão. Nas transacções electrónicos, equivale à assinatura do titular. Ver PIN.

On-line Ligação directa o um sistema informático centralizado paro efeitos de autorização e autenticação de uma transacção por cartão antes de executor essa transacção. Permite o acesso aos dados do conto de depósitos o que está associado o cartão e que sejam necessários pura efectuar o transacção.



PIN Personal Identification Numbet: Ver Número de Identificação Pessoal Ponto de venda Ver Terminal de pagamento automático ou POS



Porta-moedas electrónico Cartão pré-pago, recarregável, que apenas pode ser utilizo do em pequenos pagamentos, em vez de notas e moedas. Ver Cartão pré-pago.



POS Point-of-sale. Ver Terminal de pagamento automático ou Ponto de venda



Prazo de validade do cartão Ver Data de validade do cartão.



Real-time Ligação em tempo real entre o terminal utilizado pelo titular do cartão e o sistema informático da entidade emitente do cartão.



Saldo mensal ou saldo do cartão Ver Valor a pagar ou a debitar.



Serviços mínimos bancários Sistema de acesso o serviços relativos à abertura e movimentação de conta de depósitos à ordem e ainda ao fornecimento de cartão de débito para a sua movimentação, exclusivamente à disposição de pessoas singulares de baixo rendimento que têm uma única conta bancário aberta numa instituição de crédito à sua escolha de entre aquelas que tenham aderido ao sistema.







SIBS - Sociedade Interbancária de Serviços, SA. Empresa que assegura junto dos bancos a prestação de um conjunto de serviços relacionados com a utilização dos cartões bancários. Gere as redes de Caixa Automática Multibanco e de Terminais de Pagamento Automático Multibanco e o serviço TeleMultibanco. Desempenha ainda funções diversas, designada mente no âmbito dos sistemas de pagamentos, nos termos dos contratos de prestação de serviços celebrados com o Banco de Portugal. Para participação em caso de roubo, furto, perda ou falsificação do cartão: tel. B08 201 251, se telefonar de Portugal, ou tel. 218 409 042, se telefonar do estrangeiro, ou fax 217 813 080.







Talão confirmativo da transacção Documento comprovativo da transacção efectuada com um cartão bancário. Este talão tem normalmente o nome do titular e o número do cartão, para além da identificação do comerciante, no caso da operação consistir no pagamento de um bem ou serviço. Por razões de segurança, o número do cartão pode ser total ou parcialmente omitido. Dependente do terminal de pagamento utilizado, a emissão do talão pode ou não exigir a introdução prévia do código secreto (código pessoal ou PIN) e/ou a assinatura do titular do cartão no espaço reservado para o efeito. No coso do transacção ser processada em terminal de pagamento electrónico, todos os dados do operação são registados electronicamente, pelo que o talão serve essencialmente poro o titular conferir os movimentos efectuados com o extracto que a entidade emitente do cartão lhe enviar.







Taxa de serviço do comerciante (TSC) Comissão que o comerciante paga ao acquirer quando realiza uma transacção que o cliente liquido com cartão. Normalmente é uma percentagem do valor do vendo, embora nalguns casos posso ser um valor fixo. Em Portugal, o TSC é diferente consoante se trote de uma operação o débito ou o crédito e vario com o tipo de cartão e os marcos associados.



Terminal de pagamento automático (TPA) Terminal existente num estabelecimento comercial (ponto de venda) que permite o utilização de cartões bancários paro efectuar pagamentos.



Titular do cartão Pessoa ou instituição em nome de quem um cartão é emitido e que o pode utilizar de acordo com o contrato de adesão.



TPA Ver Terminal de pagamento automático.



Transferências a crédito Operações bancárias efectuadas por iniciativa de um ordenante realizadas através de uma instituição de crédito e destinadas a colocar quantias em dinheiro à disposição de um beneficiário, podendo o ordenante e o beneficiário serem a mesma pessoa. Para mais informação, consultor o Caderno do Banco de Portugal n.º 2, Transferências a Crédito.



TSC Ver Taxa de serviço do comerciante.



UNICRE Cartão Internacional de Crédito, SA. Empresa portuguesa especializada na gestão e emissão de cartões bancários. Além de emitir cartões de crédito, possibilita aos estabelecimentos comerciais a aceitação (acquiring) de pagamentos com cartões nacionais e estrangeiros das principais marcas internacionais através da rede de terminais de pagamento Redunicre. Presta igualmente serviços técnicos especializados a instituições financeiras e afins no âmbito dos cartões bancários. Para participação em caso de furto, roubo, perda ou falsificação do cartão: tel. 213159856 ou fax. 213154612.

Validação Ver Autorização.



Valor a pagar ou a debitar Valor indicado em cada extracto do cartão de crédito que deve ser pago pelo titular do cartão à entidade emitente até à data limite referida no mesmo extracto. Pode ser pago na íntegra, caso em que nõo vence juros, ou pode ser pago parcialmente. Neste caso a entidade emitente, exige normalmente o pagamento de, pelo menos, o montante mínimo determinado de acordo com as condições gerais de utilização. O pagamento poderá ser efectuado directamente ou por débito em conta, conforme o que tiver sido contratado.

Segunda-feira, 2 de Maio de 2011

Mais apontamentos sobre cartões Portugueses

             Em 1971, com base na Portaria 644/70, o BPSM - Banco Pinto & Sotto Mayor lança o CARTÃO SOTOMAYOR ligado é rede BankAmericard sendo no futuro a rede VISA.          Em 1974, a UNICRE - Cartão Internacional de Credito ( BTA - BBI - BESCL - BFB - BNU - BPA ) lança o CARTÃO UNIBANCO ligado é rede MASTERCHARGE sendo no futuro a rede MASTERCARD.
         Em 1984 o Cartão Sottomayor é absorvido pelo Cartão Unibanco.
         Tambem em 1984 o MONTEPIO GERAL lança o CARTÃO DE DÉBITO CHAVE24.
          Em 1985 a UNICRE, através da SIBS lança o Cartão MULTIBANCO.
           E em 1992 a SIBS através do cartão MULTIBANCO absorve o Cartão chave24, do MONTEPIO GERAL.

Segunda-feira, 25 de Abril de 2011

cartão sentidos..........

.. Este cartão é do MONTEPIO GERAL, apreciem...

Terça-feira, 19 de Abril de 2011


UMA SANTA E FELIZ PÁSCOA, PARA TODOS OS COLECCIONADORES, AMIGOS, FAMILIARES E SIMPATIZANTES DO COLECCIONISMO.....
.....SÃO OS NOSSOS SINCEROS VOTOS

Segunda-feira, 18 de Abril de 2011

Cartões Bancários em Portugal

Pretendemos com esta mensagem marcar 3 grandes periodos em Portugal sobre os Cartões bancários.

Assim sendo salientra-mos

                         1º. Cartão de Credito do SOTTOMAYOR em parceria com o BANKAMERICARD em 1971
                          2º. Cartão de Dédito CHAVE24 pela mão do MONTEPIO GERASL em 1984
                            3º. Cartão de Débito MULTIBANCO, pela mão da SIBS em 1985


Atenciosamente

Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

MONTEPIO / FINIBANCO

Montepio absorveu a marca Finibanco e arranca com campanha pós-fusão.




Na semana passada a marca Finibanco desapareceu, para dar lugar à assinatura Montepio. Mas, se a transformação visual dos balcões aconteceu quase da noite para o dia, nos bastidores o processo levou mais de três meses. Neste caso, a fusão das duas instituições resultou na absorção de uma das marcas, mas nem sempre é assim. Seja qual for a estratégia, juntar duas marcas é mais do que uniformizar um logotipo, é uniformizar uma cultura, dizem os especialistas. A primeira campanha "pós-fusão" arrancou na quinta-feira e reflecte esse alargamento.



Num sector em que o negócio tem por base a relação de confiança entre a instituição e o cliente, Fernando Amaro, director de marketing do Montepio, diz que "alargar a cultura e o ADN das marcas foi fundamental". Com mais de 170 anos, o Montepio prevaleceu sobre o Finibanco, assim como a assinatura "um banco de pessoas, feito por pessoas".

ASSIM SENDO MAIS UNS CARTÕS QUE DESAPARECERAM....

Sexta-feira, 8 de Abril de 2011

Antigos bancos....

Amigos,

Alguem se lembra do Banco Universo - Banco Directo, e do Expresso Atlantico?

Por acaso alguem tem cartões destes bancos que foram integrados no BPI e no Millennium respectivamente.

Atenciosamnete

Coutinho

Segunda-feira, 4 de Abril de 2011

Sábado, 2 de Abril de 2011

CAIXA GALICIA


Amigos.....
.....estes cartões circulam em Portugal e são da Caixa Galicia,....
Simplesmente Encantadores

Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

Quarta-feira, 30 de Março de 2011

1984 - MONTEPIO GERAL

Em Portugal, em 1984, o Montepio Geral foi a primeira Instituição Financeira a instalar uma rede interna de Caixas Automáticos, oferecendo aos seus clientes um serviço Bancário 24 horas por dia.








Estas invenções e inovações não só mudaram a face da Banca mas também das nossas vidas. Foi talvez a invenção tecnológica no século XX que de forma mais significativa, mudou os hábitos do nosso quotidiano, havendo hoje em todo o mundo mais de um milhão e quinhentos mil ATM’s instalados.







A história de sucesso dos ATM’s deve-se à conjugação, muito importante de 3 i’s: Invenção – Investimento – Inovação. Também Portugal, especialmente a SIBS, inventando o conceito de coorperação interbancária nacional, investindo e inovando continuadamente, tornou-se um caso exemplar a nível

Amigos

Venho ao vosso encontro para vos deixar este link, para conhecimento sobre a historia da SIBS:

http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://www.sibs.pt/export/system/modules/pt.sibs.website/imgs/logo_sibs.gif&imgrefurl=http://www.sibs.pt/&usg=__ybI6Mtxhv96vejC-l9Kz9rHRpzQ=&h=138&w=250&sz=3&hl=pt-pt&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=Olyw24QMzIfDDM:&tbnh=61&tbnw=111&prev=/images%3Fq%3DSIBS%26hl%3Dpt-pt%26rlz%3D1W1ADFA_pt-PT%26tbm%3Disch&ei=GWSSTZHnK8jLswa2i8nRBg

Terça-feira, 29 de Março de 2011

Amigos , bem que adorava obter este cartão para a minha colecção.

ALGUEM O CONSEGUE PARA MIM?

Segunda-feira, 28 de Março de 2011

Novos cartões da CGD

Amigos, segundo informação obtida jundo da CGD, os cartões acima identificados são novos e virão substituir outros em fim de vida.
E sem duvida estes cartões são bem mais atraentes.